E o que é a noite, senão a morte? Magnífica possibilidade de ressurreição a cada dia! Magnífica! Milhares de pequenas mortes em uma vida só.
Matemos a vida de hoje, hoje!
Cortemos-lhe a cabeça!
Ô ingenuidade essa de achar que vivemos um contínuo...
Insistentemente bate à porta um pensamento questionador, mas hesito em compartilhar. Nada sobre morte e vida ou nada disso... Em partes, o que questiono é a cópia.
Conscientemente eu não gosto da repetição. Mas me repito, me repito, me repito...
Até quando plagiarei minhas próprias obras?
A rejeição já é um começo.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Naqueles momentos ela sentia o quanto valiam a pena esses instantes de nada.
Esses nadismos que enfeitam a nossa vida de coisa nenhuma e fazem bonitezas sem pretensão!
Quando por um acaso ouvia uma palavra torta ou via um olhar atrapalhado ou percebia o silêncio entre pensamentos desencontrados ou imaginava qualquer outro gesto ou sinal deste ou daquele ou de si própria ou isto ou aquilo ou qualquer coisa de coisa nenhuma, pronto! Bastava uma faísca pra brotar como cachoeira o riso desinibido!
Ah, as crises de riso nos momentos inoportunos...
Um rir de nada incontrolavelmente, sem pecado e sem perdão!
E sem folego até!
Saborear essas alegrias inúteis... Ela sabia o quanto valiam a pena esses instantes de nada.
Saborear essas alegrias inúteis... Ela sabia o quanto valiam a pena esses instantes de nada.
sábado, 3 de dezembro de 2011
Eu não gosto de quem se preocupa com trocados, eu não gosto de quem conta folhas gastas ou de quem abre mão do que é bom por uma economia porca.
Eu não gosto de quem controla os movimentos, de quem controla as impressões, de quem fiscaliza com mero intuito repressor de condutas indesejadas e de quem não abre mão para o outro não ir embora.
Eu não gosto de quem não faz questão ou de quem faz tipo quando precisa. Eu não gosto de quem faz tipo.
Eu não gosto de quem só quer um ouvinte, eu não gosto de quem só tem problemas e não gosto de quem acha tudo bom e bonito.
Eu não gosto de dores crônicas, de infelizes crônicos, de desafortunados crônicos e de quem não supera o fim da relação dos outros.
Eu não gosto de quem pergunta e não ouve a resposta.
Eu não gosto de quem nunca tem tempo, eu não gosto de quem nunca tem telefone, eu não gosto de quem nunca tem roupa, eu não gosto de quem nunca tem folga.
Eu não gosto de quem chega sempre cedo, eu não gosto de quem está sempre preparado, eu não gosto de quem acha que é o rei da manipulação.
Eu não gosto de quem não topa programa de índio com os amigos e nem de amigos que só chamam pra programa de índio.
Eu não gosto de quem frustra expectativas, eu não gosto de quem falta no dia do amigo oculto.
Eu não gosto de quem ama só o que já passou, eu não gosto de quem só planeja o futuro, eu não gosto de quem vive só o presente.
Eu não gosto de quem abraça quem não gosta da mesma forma que abraça quem gosta. Abraços servem para aconchegar quem é especial!
Eu não gosto de quem confidencia segredos com quem não tem intimidade.
Eu não gosto de quem acha que nunca está bom, eu não gosto de quem acha que está sempre bom, eu não gosto de quem não acha nada.
Eu não gosto de quem não arrisca, nem tampouco de quem não transmite segurança a quem está próximo.
Eu não gosto de quem fala suave, eu não gosto de quem só enxerga o que consegue ver, eu não gosto de quem acha que o governo está sempre certo.
Eu não gosto de quem age como se não se importasse, eu não gosto de quem fala para despejar hipocrisia, eu não gosto de quem diz que não sofreria se estivesse no lugar de quem está sofrendo.
Por um minuto (ou dois) eu não gosto de quem eu gosto quando eles fazem certas coisas.
E não me gosto quando eu faço qualquer destas coisas.
E isso é só isso. Não significa mais nada. Não altera nada. Não piora em nada o que está ruim. O não gostar é tão transitório e superficial... é uma coisinha!
E apesar de isso não significar em hipótese alguma que eu escolha viver com o que eu não gosto, eu gosto de não gostar.
O não gostar eventual é o que mantém o gostar contínuo mais atraente.
E a vida segue, e a gente vai levando...
Eu não gosto de quem controla os movimentos, de quem controla as impressões, de quem fiscaliza com mero intuito repressor de condutas indesejadas e de quem não abre mão para o outro não ir embora.
Eu não gosto de quem não faz questão ou de quem faz tipo quando precisa. Eu não gosto de quem faz tipo.
Eu não gosto de quem só quer um ouvinte, eu não gosto de quem só tem problemas e não gosto de quem acha tudo bom e bonito.
Eu não gosto de dores crônicas, de infelizes crônicos, de desafortunados crônicos e de quem não supera o fim da relação dos outros.
Eu não gosto de quem pergunta e não ouve a resposta.
Eu não gosto de quem nunca tem tempo, eu não gosto de quem nunca tem telefone, eu não gosto de quem nunca tem roupa, eu não gosto de quem nunca tem folga.
Eu não gosto de quem chega sempre cedo, eu não gosto de quem está sempre preparado, eu não gosto de quem acha que é o rei da manipulação.
Eu não gosto de quem não topa programa de índio com os amigos e nem de amigos que só chamam pra programa de índio.
Eu não gosto de quem frustra expectativas, eu não gosto de quem falta no dia do amigo oculto.
Eu não gosto de quem ama só o que já passou, eu não gosto de quem só planeja o futuro, eu não gosto de quem vive só o presente.
Eu não gosto de quem abraça quem não gosta da mesma forma que abraça quem gosta. Abraços servem para aconchegar quem é especial!
Eu não gosto de quem confidencia segredos com quem não tem intimidade.
Eu não gosto de quem acha que nunca está bom, eu não gosto de quem acha que está sempre bom, eu não gosto de quem não acha nada.
Eu não gosto de quem não arrisca, nem tampouco de quem não transmite segurança a quem está próximo.
Eu não gosto de quem fala suave, eu não gosto de quem só enxerga o que consegue ver, eu não gosto de quem acha que o governo está sempre certo.
Eu não gosto de quem age como se não se importasse, eu não gosto de quem fala para despejar hipocrisia, eu não gosto de quem diz que não sofreria se estivesse no lugar de quem está sofrendo.
Por um minuto (ou dois) eu não gosto de quem eu gosto quando eles fazem certas coisas.
E não me gosto quando eu faço qualquer destas coisas.
E isso é só isso. Não significa mais nada. Não altera nada. Não piora em nada o que está ruim. O não gostar é tão transitório e superficial... é uma coisinha!
E apesar de isso não significar em hipótese alguma que eu escolha viver com o que eu não gosto, eu gosto de não gostar.
O não gostar eventual é o que mantém o gostar contínuo mais atraente.
E a vida segue, e a gente vai levando...
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