Farta da monotematicidade dos narcisistas.
Da estaticidade dos acomodados.
Da inércia dos sem-iniciativa.
Eu quero o novo, o movimento, os riscos.
Eu quero as cores da novidade.
Descobrir novos caminhos - ou criá-los, quem sabe?! -, fazer novas escolhas.
Eu quero a agitação dos acontecimentos inesperados, dos sentimentos surpreendentes e da expectativa de respostas.
É preciso que haja perguntas.
As dúvidas movimentam o pensamento, lhe dão vida.
Eu quero encontros de alma gêmea: amigos, irmãos, amores.
Eu quero zerar o cronômetro. Bater meus records.
Eu quero a possibilidade de ponto final, de esquecer dos erros cometidos, de ter nova oportunidade de fazer o melhor.
Esperança.
Eu quero a serenidade e a explosão.
Eu quero isso, aquilo e aquilo outro.
Eu quero tudo. Eu quero não precisar de nada. Eu quero precisar de alguém.
Um brinde à vida! Ao recomeço constante. E à possibilidade de poder ser tudo o que não fomos, mas que gostaríamos de ser.
Reinventemos. Reiventemo-nos.
Que venha!
Feliz 2011!
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